Existem muitas variedade de máquina de café, máquina de cápsulas, café moído, pastilhas, cada uma tem as vantagens e desvantagens. Vamos falar de um tipo pouco amigo do ambiente.
As tão famosas cápsulas de café foram inventadas em 1992 por John Sylvan mas com o passar dos anos e com a fama que as cápsulas ganharam devido à sua facilidade de usar, esta pequena invenção tornou-se num arrependimento.
Existem estimativas que em 2014 existissem cápsulas suficientes dar a volta ao mundo 10.5 vezes.
A Nespresso criou a sua primeira máquina para café encapsulado há 30 anos e desde aí foi um boom em crescimento, principalmente no caso português.
A entrada destas máquinas no mercado coincidiu com a crise económica, ou seja, era mais barato beber um café da cápsula em casa do que ir beber a bica ao café.
Segundo um estudo realizado pela Deco Proteste em que se cada pessoa beber dois cafés por dia, num ano consome 700 cápsulas em média ou seja isso reverte em 700g de alumínio mas também 5.7kg de plástico e 4.2kg de papel.
Portanto segundo os dados da Deco aplicados ao caso português e nem pensando no cenário caseiro ou seja das pessoas que têm as máquinas em casa para consumo próprio mas na quantidade de empresas que têm estas máquinas e a quantidade de colaboradores as contas vão dar resultados absolutamente ridículos de poluição.
Uma maneira de mudarmos o paradigma foi optarmos pelo slow coffee usando uma cafeteira italiana, o que nos permite ter café fresco pela manhã e na quantidade que quisermos e pessoalmente acho mais eficaz que o das cápsulas pois enquanto bebo um café de cápsula de manhã geralmente preciso de mais para me sentir “acordada” durante o dia e se beber café da cafeteira italiana não preciso de mais cafés durante o dia, sendo que feitas as contas acaba por sair mais barato e muito mais amigo do ambiente.




